A importância da representatividade na publicidade
Enviada em 14/11/2021
Na realidade de “O pincipe dragão”, há uma batalha milenar entre humanos e elfos, e fatores como: Cor da pele, gênero, sexualidade ou deficiência não são excludentes socialmente, em prol da sobrevivência da espécie. Fora da ficção, o mercado de trabalho e as midías televisivas são controlados por um preconceito enraizado na sociedade brasileira a séculos. Tornando a representatividade da diversidade não apenas necessária, mas essenciais, para que pessoas que sofrem algum tipo de opessão possam se reconhecer.
A publicidade afeta diariamente a vida das pessoas, principalmente, daquelas que não se veem simbolizadas. Segundo uma pesquisa realizada pela revista “Exame”, o número de pessoas negras em propagandas aumentou, mas, o de pessoas com deficiência, asiáticas amarelas e indigenas ainda é em torno de 1%. A importância da representatividade para essas pessoas não é apenas o reconhecimento de um possivel futuro, mas um processo de aceitação.
Mas a representatividade não é isso? Não é por alguém socialmente oprimido na frente da tela? Certamente não, há uma enorme diversidade entre pessoas que são excluidadas socialmente, e até esta pluralidade conseguir seu espaço de expressão, não foram devidamente retratados. Quando analizada a situação em que são caracterizadas mulheres negras midiaticamente, menos de 50% delas tem traços negroides, segundo pesquisa realizada pelo site “b9.com”. Para isso resta a pergunta, uma população que sofreu anos com o processo de missigenação, deixou de ter os traços de sua origem ou só esta mais uma vez sendo ignorada?
Portanto, a necessidade do aumento da representatividade nas publicidades no Brasil é evidente. Desta forma, cabe ao Governo, por meio de bonificações e incentivos fiscais, incentivar a promoção de impresas que abrangem em suas propagandas toda a diversidade brasileira. Com a finalidade de que a população oprimida se sinta pertencente e seja cada vez mais incluida a esta sociedade.