A importância da representatividade na publicidade
Enviada em 11/05/2021
Com o advento da Terceira Revolução Industrial, novos meios de transmitir informação têm facilitado o alcance publicitário em diversos âmbitos sociais por meio da representatividade. Contudo, a instauração de negros em meios propagativos ainda está longe da equidade, uma vez que, como grandes empresas e o Estado tem colaborado para a máxima esteriotipização promovendo, assim, o preconceito e a desigualdade.
Em primeiro ponto, vale ressaltar que o preconceito racial está presente desde a época escravocrata durante o Brasil colonial; vindo de um contexto histórico profundo, fomentado de desigualdade até os dias atuais. Dessarte, esteriótipos inconstrutíveis são introduzidos no setor público, presente em propagandas comerciais e em programas de entretenimento, sobrepondo a pele clara ou mais esbranquiçada como padrão.
Ademais, uma inércia Estatal em inibir tais problemas convergem para a censura e a má representatividade, uma vez que, as grandes corporações demonstram pouco interesse em etnias negras ou de pele mais escura, correspondente à boa parte da população brasileira. Nesse contexto, tal prática contrapõe-se a uma ética proposta pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, que garante a todos os cidadãos, igualdade e ao bem-estar social.
Diante disso, faz-se mister a criação de práticas e meios que fomentem a igualdade e a representação. Em síntese, concerne ao legislativo a criação de leis democráticas que reforcem a disseminação étnica exigindo a participação nas corporações referente ao setor publicitário de modelos e representantes com caracteres negros e de pele mais escura. Outrossim, a promoção de cotas e fundos que auxiliem na construção de carreiras na arte e na moda de pessoas da raça negra, promovidas pelo Ministério da Cultura. Só assim a igualdade será alcançada.