A importância da representatividade na publicidade
Enviada em 10/05/2021
Na obra “Utopia”, de Thomas Moore, é retratada uma sociedade perfeita, na qual é marcada pela ausência de conflitos e problemas. Entretanto, fora da ficção, percebe-se que tal corpo social não condiz com a realidade brasileira, uma vez que existe uma falta da importante reprensentatividade na publicidade nacional. De certo, este impasse se dá pelo legado histórico e influência midiática
Diante desse cenário, o estereótipo discriminatório criado pela sociedade brasileira colabora para perpetuação da escassez de representatividade negra nas propagandas televisivas. Segundo dados do portal B9, em apenas 25% das séries os protagonistas são negros. Indubitavelmente, esse baixo indice representativo é fruto do preconceito enraizado da população tupiniquim acerca de negros e pardos, com propagandas e novelas, na maioria das vezes, realizadas por autores brancos se tornou comum e tradicional que personagens principais de novelas serem interpretados por essa camada social, gerando assim uma grande segregação dos negros nesse meio cultural. Dessa forma, refutando a importância dos pardos na pulblicidade nacional.
Outrossim, vale ressaltar a falta do importante papel da representativo nas redes televisivas e socias no Brasil. De acordo com a Escola Literária do Realismo, o indivíduo é influenciado pelo meio social que vive. Nesse viés, é evidente que a falta de propagandas e novelas com personagens representativos de camadas socias como, negros e a população lgbt, corrobora para perpetuação do problema, haja vista que apresentadores e celebridades de filmes têm estereótipo pré definidos para a publicidade. Desse modo, gerando uma massiva segregação de gênero e raça nos mecanismo de entretenimento e comunicação brasileira. Portanto, se faz necessário à adoção de palestras e noticiários nas plataformas digitais sobre a relevância e necessidade de todas camadas da população serem representados nas redes sociais e publicitárias.
Destarte, cabe ao governo a criação de palestras e campanhas, que devem ser ministradas por profissionais formados na área de publicidade e relações humanas. Isso pode ser feito por meio das redes sociais e propagandas em horários de maior audiência, com objetivo de conscientizar a sociedade sobre a importância da representatividade de todos os gêneros e raça e proporcionar maior inclusão nos meios midiáticos e publicitários nacional. Logo, amenizando essa problemática brasileira e colocando em prática o pensamento de Thomas Moore.