A importância da prática de atividades físicas relacionada à qualidade de vida de idosos
Enviada em 30/08/2019
De acordo com o IBGE, e pesquisas, a parte idosa da população aumentou de 3 milhões para 20 milhões, nos últimos 50 anos. Estima-se que, daqui alguns anos esse número pode aumentar, ate 2025, pode chegar a 30 milhões. A maioria da população hoje é jovem, muito tem de ser feito para enfrentar o preconceito e negligência com essa população.
Simultânea ao avanço da idade, aumenta a incapacidade funcional do indivíduo. O que, por consequência, gera aumento nos custos de serviço da saúde e assistência pública que nem sempre estão disponíveis para toda a população. Somado a esses direitos básicos previstos no Estatuto do Idoso, é insignificante, no Brasil, políticas voltadas para a promoção de atividades culturais e de lazer para a terceira idade.
Na sociedade em que vivemos atualmente, com a valorização do lucro e mercadoria, despreza-se e ignora-se aqueles que não são mais força de trabalho. Além das atividades, é fraco o marketing e a oferta de consumo voltado para os idosos. Esse preconceito existe até mesmo dentro de casa com maus tratos dos próprios familiares. De acordo com o denúncias, as principais queixas são de negligência, violência física e psicológica e abuso financeiro.
São muitos os desafios para a total valorização dos mais idosos no Brasil. Quanto à saúde, deve-se promover a gestão para que o atendimento chegue a todas as regiões e um sistema para prevenir doenças que vem com a idade. Da mesma forma, o aumento de abrigos e casas de repouso para os idosos mais humildes e negligenciados pela família deve ser essencial. A mídia e iniciativa privada devem atentar-se que os idosos são uma importante força de consumo e atender sua demanda. E quanto a sociedade, ela ainda tem muito a aprender com as culturas orientais e indígenas onde os idosos são valorizados por sua sabedoria e experiência de vida e não como meros indivíduos descartáveis.