A importância da literacia familiar em debate no Brasil
Enviada em 08/09/2021
Alfabetização familiar - o ato de ler para crianças - originou-se na Europa renascentista, quando Gutenberg inventou a impressão. Essa prática melhora a qualidade da alfabetização e permite que as obras literárias entrem em contato com as crianças prematuramente. Desta forma, o ato de ler para as crianças não só ajuda a eliminar a desigualdade social, mas também ajuda a eliminar o sentimento de alienação dos pais. Em primeiro plano, no século 16, durante o período exploratório da colônia, apenas os nobres - uma organização de nobres - podiam obter leitura e alfabetização de alta qualidade. Hoje, no entanto, os avanços tecnológicos têm facilitado o contato das classes menos populares com os livros digitais e livrarias virtuais de segunda mão, tornando a leitura mais democrática e ajudando a reduzir um dos maiores males da sociedade: a desigualdade. Em segundo lugar, a alfabetização familiar é uma ferramenta para combater a alienação parental. A este respeito, o escritor realista Eça de Queirós criticou o sistema familiar moderno na sua obra “O Primo Basílio”, revelando a sua crise e a perda da função social. Além da ficção, a leitura de obras literárias com crianças ajuda a mudar a situação relacionada à função social da família, tornando-a vital para o crescimento saudável do indivíduo. Portanto, conclui-se que a alfabetização é essencial para o desenvolvimento dos futuros cidadãos e deve ser incentivada. Para tal, as escolas devem quebrar o estigma histórico da alfabetização através de atividades interativas e concursos criativos e outros projetos educativos com o apoio dos pais, que receberão o título de “O que Aprendi nos Livros”. A iniciativa visa possibilitar que as crianças sejam expostas a histórias e fantasias. Desta forma, meninos e meninas poderão conhecer o poder transformador da leitura.