A importância da literacia familiar em debate no Brasil

Enviada em 03/09/2021

Promulgada pela ONU, em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à educação e ao bem-estar social. Entretanto, na prática, tal garantia é deturpada, visto que empecilhos sobre a literancia familiar encontram-se efetivados na sociedade. Desse modo, a desvalorização familar em consonância com a importância da literatura infantil são os principais pilares para essas temáticas.

Primeiramente, vale salientar o desabono familiar como impulsionador da problemática. Destarte, de acordo com o IBGE 80% dos pais não praticam a literancia com seus filhos. Sob esse viés, denota-se que esse comportamento é extremamente prejudicial, pois esse momento que compartilha conhecimento corrobora com a igualdade social, já que são ações simples , como ler, escrever e contar uma história, assim  todas as esferas sociais conseguem participar.

Ademais, vale ressaltar o valor da literatura precoce  como perpetuadora da discurssão. Por essa perspectiva, segundo o filosófo contratualista Jonh Lock, em seu conceito de tabula rasa, os indivíduos nascem como uma folhas em branco e vão se preenchendo a partir das experiências. Sob essa ótica, a literatura infantil  torna-se fundamental, pois se a criança já tiver acesso a  livros desde cedo,  a tendência é que ela amplifique seu vocabulário sendo uma pessoa mais culta e consiga posicionar-se melhor no mercado de trabalho.

Portanto, com intuito de mitigar os empecilhos da literancia familiar, urge que o Estado, como promotor e garantidor do bem-estar social, disponibilize subsídios para que o Ministério da Educação reverta essa verba em compras de livros que, por meio de workshops, nas escolas, a comunidade teria acesso  a esses livros podendo levar para casa. Além disso,  é mister a mídia divulgar a relevância da literatura e dos pais estarem presentes nas vidas dos seus filhos.  Somente assim, a Declaração Universal dos Direitos Humanos entrará em completo vigor.