A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 14/05/2022

“Aqueles que não conseguem se lembrar do passado estão condenados a repeti-lo”. Essa frase de George Santayna , representa de modo atemporal a questão da falta de educação financeira. Tendo em vista que, esse problema está enraizado historicamente na sociedade brasileira. Nesse sentido, há no século XXI a persistência dessas condutas a partir da falta de políticas públicas. Desse modo, são necessários caminhos para o combate dessas ações.

A princípio, cabe pontuar que a inércia estatal, no que tange a ampliação de investimentos direcionados ao ensino sobre educação financeira, é uma das principais responsáveis pela manutenção dos empecilhos, existentes nas trajetórias de milhões de brasileiros que possuem seu dinheiro mal aplicado . Isso ocorre, já que a ausência de palestras, cursos e incentivos , fazem parte da realidade enfrentada por essas pessoas. Sendo assim, é possível verificar a inoperância do estado acerca dessa questão, verdade essa que ratifica o não cumprimento de um dever previsto na Carta Maior Nacional, e que por outro lado, expõe a necessidade de, mediante políticas públicas, mudar essa conjuntura.

Ademais, é necessário frisar que a negligência popular é outra causa da problemática. Nesse aspecto, o ativista Martin Luther King afirma que: “Quem aceita o mal sem protestar, coopera com ele.” Nessa lógica, quando os indivíduos são indiferentes em relação a não buscarem conhecimento e ignorarem tal assunto , tem-se a cooperação com a ilegalidade. Desse modo, cabe intervir não só nos poderes governamentais, mas também na sociedade em geral.

Diante dos argumentos supracitados, são necessárias medidas para amenizar essa problemática. O ministério da educação deve promover, por meio de verbas da União, cursos e palestras gratúitas em ambientes públicos e principalmente escolares . Além disso, é necessário que haja uma parceria entre escolas e mídias, afim de que tal conteúdo seja divulgado ao maior número de pessoas possíveis. Sendo assim, o imbróglio relacionado à falta de educação financeira será intermediado o século XXI.