A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 07/09/2021
De acordo com a terceira lei de Newton, toda ação tem uma reação, e no âmbito da formação do ser essa teoria não é diferente, tudo que a pessoa vivência implica nas suas decisões futuras. Nesse sentido, observa-se que no Brasil, grande parte da população não possui conhecimento básico de economia, afetando seu modo de vida e sua visão sobre o poder do seu próprio dinheiro. Conforme dito, essa situação vivenciada é o reflexo da negligência escolar diante a educação financeira, portanto é necessário rever a importância sobre a abordagem de conteúdos ligados à economia nos núcleos estudantis.
Diante disso, vale destacar que a grande maioria dos brasileiros não sabe como gastar seu dinheiro e nem como administrá-lo e por causa disso, enfrantam problemas financeiros que poderiam ser evitados caso esses cidadãos tivessem na juventude a oportunidade de uma educação monetária de qualidade que os preparassem para o contexto hodierno. Além disso, a falta de conhecimento sobre o dinheiro influencia o modo que as pessoas vivem, levam a população a tomar decisões erradas gerando cidadãos endividados e descontentes com seu poder aquisitivo.
Ademais, nota-se que há no Brasil a falta de interesse por parte dos cidadãos em aprender sobre o uso do dinheiro, o filme “Até que a sorte nós separe” retrata fielmente a cultura do brasileiro em gastar mais dinheiro do que deve e não saber economizá-lo ou investi-lo pensando no futuro. Dessa forma, é notório a péssima atuação do governo em relação a educação financeira dos cidadãos e os problemas gerados por essa negligência.
Em suma, são necessárias medidas capazes de mitigar os problemas gerados pela falta de educação financeira na vida dos brasileiros. Portanto, cabe ao Ministério da educação, orgão do Governo Federal do Brasil encarregado dos assuntos relativos ao ensino, a agregação de conteúdos sobre economia e dinheiro no currículo escolar, por meio de aulas extracurriculares, a fim de desenvolverem jovens mais conscientes e preparados para os desafios monetários no futuro.