A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 05/11/2020
Segundo Platão, mais importante que a existência é a qualidade da mesma. Assim, torna-se imprecindível que os cidadões, buscando uma melhor qualidade de vida, evitem a instabilidade e má admistrção das próprias despesas, hábito que pode ficar mais acessível a aqueles que tem uma boa educação financeira, principalmente desde a infância.
Atualmente, observa-se que os jovens costumam ter o primeiro contato com o cartão de crédito próprio ao completarem a maioridade, após passarem a infância sem lições de administração financial. Consequência dessa lacuna são adolescentes e jovens adultos inadimplentes com o Comprovante de Situação Cadastral (CPF) negativado e com o nome no SPC, Serviço de Proteção de Crédito, o que o impede de abrir contas no banco ou fazer compras com o próprio nome, por exemplo.
Ainda convém lembrar que, a normalização da irresponsabilidade com as próprias finanças pode levar prejuízos para a vida toda e dívidas que passam de gerações. Segundo o filósofo Émile Durkeim, o indivíduo é contruído a partir de suas experiências até a fase adulta. Assim, a importância da educação financeira precisa estar presente na vida do cidadão também dentro do âmbito familiar desde a infância, evitando assim, entrar para a estatística de brasileiros que terminaram o ano com o nome negativo.
Portanto, nesse cenário convém lembrar da filosofia Estoicista de Zenão de Cítio que visa valorizar as ações em detrimento das palavras. Logo, urge que o ministério da educação em parceria com o Governo Federal, tornem obrigatório aulas de educação financeira, a adicionando a BNCC, Base Nacional Comum Curricular, não só em áreas de exatas mas também interdiciplinares. Além de palestras sobre o assunto gratuitas e proporcionadas pela prefeitura de cada cidade em comunidas e com linguagem acessível. Assim, os cidadões vão obter a qualidade de vida que Platão apontou.