A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 29/09/2020
Inúmeros são os problemas vivenciados pelas sociedades atuais, não obstante, um merece especial atenção: a falta da educação financeira. Diante disso, os conceitos do economista Adam Smith são pautados na organização social devido à economia, e remete ao hodierno pelos casos de anomia causados por manipulação irregular do dinheiro. Desse modo, a importância educacional sobre esse assunto deve ser representada.
Precipuamente, vale ressaltar a desvalorização do ensinamento sobre a administração correta do dinheiro. Nesse sentido, o desenvolvimento individual sobre economia ocasiona em independência financeira, desenvoltura em negociações e aumento da inteligência criativa, tais evoluções não ocorrem como deveriam, pois a educação vigente é estabelecida em prol de assuntos decorativos e competição interpessoal. Por isso, para alcançar os benefícios da economia, é necessário investir nas instituições de educação, assim como dizia Immanuel Kant: “O homem é aquilo que a educação faz dele”.
Em uma segunda perspectiva, pode-se analisar o descaso da sociedade para com a cultura do consumismo. Sobre esse fato, a escola alemã de Frankfurt premeditava que a influência da indústria cultural na sociedade é o maior alienador das massas, remetendo a como a propaganda manipula o indivíduo e o faz gastar cada vez mais. Além disso, a educação financeira auxilia o controle psicológico e agrega valor ao que cada pessoa possui, sendo importante para o bem estar social. Logo, essa ideologia consumista dever ser mudada em prol de uma maior disponibilidade monetária.
É imprescindível, portanto, reverter essa realidade da insipiência sobre a educação financeira. Para tanto, o indivíduo deve emponderar-se perante esse estado de descontrole monetário por meio de campanhas e divulgações em redes sociais para exigir ensinamentos nas instituições de ensino. Outrossim, os poderes públicos devem limitar as propagandas pelas empresas e suas vinculações, evitando tanto o consumismo quanto a anomia socioeconômica proposta por Adam Smith.