A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 21/09/2020
No filme “O livro de Henry”, o personagem principal, é uma criança muito inteligente. Dessa forma, ele ajuda sua mãe a investir corretamente na bolsa de valores. Fica claro, portanto, o impacto e a necessidade da educação financeira na vida do cidadão, e principalmente na dos jovens. Contudo, no Brasil, essa não é uma das matérias obrigatórias no currículo escolar. Tal problemática ocorre em virtude da ineficiência do estado na administração do sistema de ensino e da falta de interesse geral da população pela auto-aperfeiçoamento.
Inegavelmente, a grade curricular brasileira, até o fim do ensino médio não está configurada da melhor maneira possível, e não alcança seus objetivos primários na maioria dos casos. Segundo o site: “Worlddata.info”, o QI médio do cidadão brasileiro é de 83. Ou seja, muito abaixo dos níveis de países mais desenvolvidos, tais como a Inglaterra e a Alemanha, ambos com 100 pontos. Com isso em mente, cabe ao governo encabeçar essa mudança.
Paralelamente, com a diminuição do quociente de inteligencia (QI) da população, é possível também, observar uma piora em todas as áreas da sociedade, desde sua base até o topo. Dessa forma, pela falta de noção financeira, a maioria das pessoas passam por dificuldades desnecessárias ao longo de suas vidas, com tais situações sendo causadas apenas pela falta de conhecimento. Assim sendo, é visível a necessidade de uma mudança geral no sistema estudantil brasileiro, pois um país mais educado, é consequentemente, um país mais desenvolvido. Visto que, os países supracitados, como Alemanha e Inglaterra, são melhor desenvolvidos que o Brasil em várias áreas. A Alemanha, por exemplo, usa com muita inteligencia e eficiência a energia solar. Sendo que, O Brasil tem muito mais potêncial do que o país europeu nesse quesito. Segundo o site " Portal Solar", a Alemanha é líder na produção de energia per capita no mundo.
Logo, é necessário que, após a reestabilização financeira do país, o governo brasileiro, por meio do ministério da educação, reformule completamente o ensino fundamental e médio. Ademais, os governantes podem usar o dinheiro destinado à educação para realizar tais mudanças, e podem elaborar seus métodos em reuniões com profissionais da área, tais como: professores, diretores e outros intelectuais. Além disso, é preciso focar e desenvolver as individualidades de cada aluno. De forma que, sejam filtrados os conteúdos aos quais cada estudante terá que estudar, baseando-se em suas aptidões, para garantir assim, o melhor futuro possível para cada um. Com isso em mente, a adição da matéria de educação financeira seria muito útil a todos, na escola, no trabalho e até mesmo dentro de casa.