A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 17/09/2020

A Companhia de Jesus, foi um movimento português em 1549, que objetivava catequizar e educar indígenas brasileiros. Nesse sentido, nota-se que o ensino é de extrema importância em qualquer âmbito. Desse modo, o conhecimento financeiro é de grande relevância na vida do indivíduo, uma vez que no atual mundo capitalista, dívidas são geradas facilmente. Assim, o déficit no currículo básico educacional, somado a vulnerabilidade socioeconômica dos cidadãos estabelecem tribulações em seu cotidiano monetário.

A priori, a obra literária de Machado de Assis, Quincas Borba, retrata a realidade de Rubião, um herdeiro de uma fortuna, que perde sua herança por atos negligentes. Nesse viés, é notório que a instrução financeira é de suma importância nas escolas e dentro de casa, já que atualmente jovens e adultos não sabem lidar com suas obrigações. Com isso, segundo o site UOL, 41% dos brasileiros em fase adulta, terminaram 2018 em dívidas. Além disso, com o ensino monetário, ocorrerá um processo educacional de ascensão econômica, na qual esses indivíduos serão menos dependentes do Estado.       Por conseguinte, conforme o filosofo prussiano, Immanuel Kant, a evolução socioeconômica de uma nação, está correlacionada a autonomia dos cidadãos que a compõe. Assim, com a desestabilidade financeira, provocada pelo déficit educacional, contêm o avanço na condição de vida do ser humano. Outrossim, a situação precária já estabelecida socialmente a grupos periféricos, está associada diretamente a ausência desse quesito. Dessa maneira, não ocorre a evolução social de classes oprimidas pela vulnerabilidade econômica, o que ocasiona a segregação dos indivíduos.

Em suma, é evidente que o conhecimento acerca da moeda e como utilizá-la da melhor forma é essencial. Ademais, cabe ao Ministério da Educação – criado em 1930 -, juntamente a família, disseminar o ensino financeiro, por meio de palestras e disciplinas voltadas para o tema, a fim de gerar no jovem a ideia de gasto consciente, sem abandonar suas obrigações. Bem com, é dever do Estado, juntamente aos municípios, incentivar e criar oportunidades de trabalhos a população fragilizada economicamente, por intermédio de investimentos em multinacionais e empresas manufaturadas, o que objetiva a independência desses indivíduos de programas de rendas estatais. Logo, de modo gradativo a população terá maior êxito em usufruir seu dinheiro.