A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 15/10/2020

Efeito Borboleta

No despontar da contemporaneidade, a importância da educação financeira na vida do cidadão brasileiro é imprescindível. Nesse sentido, faz-se necessário ajustar o modelo educacional para que o ensino financeiro integre a grade curricular de ensino. Dessa forma, a nação verde amarela alcançará uma mudança no comportamento geracional.

Segundo uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP), cerca de 30% da população brasileira encerrou o ano de 2018 com o CPF negativado. Indubitavelmente, a falta de educação financeira tem sido o algoz de uma sociedade que não aprendeu a administrar as finanças.  Partindo da máxima do economista José Pio Martins, garantir o ensino financeiro é fundamental, uma vez que ele proporciona ao cidadão a capacidade de gerenciar as finanças com planejamento de gastos e reservas.

Sobre essa questão, a visão do filósofo Immanuel Kant elucida que quem possui o conhecimento é capaz de exercer alteridade. Seguindo essa lógica, é imperativo ensinar educação financeira em sala de aula e  desenvolver projetos sobre o assunto para que o cidadão brasileiro aprenda a administrar o próprio dinheiro com responsabilidade. Sendo assim, capaz de exercer a mudança necessária para ele e para a geração futura.

Não há dúvidas que é necessário um plano de ação capaz de assegurar a educação financeira. Para isso, o Estado deverá promover e avaliar políticas públicas para fomentar o ensino financeiro. É importante também ter em vista que o cidadão precisa de uma formação e conscientização que deve ser feita através da Escola, recrutando especialistas no assunto e proporcionando aulas, projetos e seminários sobre finanças, e da Família, auxiliando na formação de valores. Com isso feito, os pequenos erros serão trocados por pequenas mudanças a fim de produzir no Brasil o “efeito borboleta.”