A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 05/07/2020

Países são frequentemente avaliados de acordo com sua economia no mercado internacional. A saúde financeira também é essencial para o crescimento de uma nação. Dessa forma, é imprescindível que a população, tenha noção das consequências de suas ações ao negociarem bens e serviços, e que saibam administrar seus recursos. Nesse contexto, o Brasil, país com cerca de 210 milhões de habitantes, é apontado pela ONU - Organização das Nações Unidas, como um dos que menos investem em educação financeira. Isto posto, percebe-se que há vários problemas que não podem ser negligenciados, entre eles está: o endividamento da população e o baixo nível de investimento que coloca a pátria em situação de desprestígio perante as grandes potências externas.

Segundo Rousseau, filósofo iluminista: " O homem é o produto do meio", ou seja, o ser humano reproduz em suas vidas aquilo que vivencia no cotidiano, isto é, o consumismo, cada vez mais estimulado pelos meios de comunicação. Dessa forma, as pessoas passam a ignorar, por exemplo, a necessidade de investirem em itens importantes como contas de água e luz, priorizando, a aquisição de bens materiais desnecessários, como roupas de grife e aparelhos tecnológicos.

Para o filosofo Epiteto “só a educação liberta” trazendo isso para a realidade o estudo da economia da o poder de tomar melhores decisões, o que pode gerar bem-estar a longo prazo para a população. Assim, é evidente que levar essa didática às escolas pode melhorar a situação atual do país, incentivando o público a gastar de forma mais consciente.

Portanto, a educação financeira é de grande importância para o equilíbrio dos gastos do cidadão. O Governo deve implementar de forma efetiva o ensino financeiro nas escolas com a contratação de profissionais que estejam qualificados a ensinarem aos alunos o valor do dinheiro. Além disso, também é dever da mídia salientar o consumo exacerbado e desnecessário de seus usuários para que possam construir uma nação mais equilibrada e menos inadimplente.