A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 01/07/2020
Segundo o sociólogo Émile Durkhein, a sociedade pode ser comparada a um “corpo biológico”, com várias partes integradas. Desse modo, para que haja coesão, é necessário que exista harmonia entre as partes. Contudo, no Brasil, atualmente, existe um grande entrave em relação a falta de educação financeira. Esse quadro é fruto principalmente da desigualdade no acesso a informação, e da falta de incentivo dos orgãos governamentais em relação a esse tipo de conhecimento.
Em primeiro lugar, é necessário destacar que, apesar de a Constituição Federal brasileira garantir o direito básico a igualdade, não é o que se observa em muitos estados do país em relação ao acesso a informações sobre a educação financeira, Isso porque o Estado que, segundo o sociólogo britânico T.H.Marshall, tem a responsabilidade social de dar a seus cidadãos um minímo de bem-estar e segurança econômica, não cumpre o seu papel. Logo, é mister afirmar que esse problema afeta a sociedade como um todo e, por isso, precisa ser combatido.
Em segundo lugar, é indiscutível que o poder público se omite frente ao agravamento da situação. Segundo a Constituição, cabe ao Estado promover o bem a todos, porém isso não ocorre quando o assunto é educação financeira. Isso ocorre porque o problema maior na legislação, em sentido lato, consiste no fato de que teoria nem sempre é aplicada na prática. Logo, é inaceitável que ess cituação se perpetue na sociedade contemporânea
Portanto, pode-se inferir que o desigual acesso a educação financeira é um grave problema que carece de soluções. Desse modo, cabe ao poder legislativo, orgão do governo responsavél pelas regras do país, garantir a igualdade entre toda a população, por meio da criação de novas leis destinadas a atender a população que sofre com a problemática, a fim de assegurar uma sociedade igualitária, assim como está previsto na constituição federal. Só dessa maneira observa-se-á uma mudança nesse cenário.