A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 16/05/2020

Segundo estudos da Geografia Brasileira, o tipo de industrialização é o modo em que se é classificado países existentes. Nessa lógica, o Brasil é um país que teve esse processo de forma acelerada e tardia, o que o levou a ter uma economia instável de país subdesenvolvido, a qual é afetada intensamente diante das mudanças do cenário mundial. Dessa forma, a educação financeira é importante na vida dos cidadãos uma vez que reduz o fenômeno do consumismo exacerbado que a sociedade vive e melhora no enfrentamento de crises econômicas.

Primeiramente, o capitalismo teve seu início desde a Pré-História do homem e se fortaleceu no mundo pós Guerra Fria, tendo sido a forma econômica que mais abrange países. Todavia, a forma que compras e vendas são incentivadas para manter a estabilidade de empresas gera tanto o consumo exagerado de produtos que, por vezes, não são necessários, quanto o estresse em quem não consegue possuir. Segundo o sociólogo Zigmundt Baumann, o mundo em geral vive a “Modernidade Líquida”, em que as pessoas são classificadas pelas coisas que tem e perdem a validade quando algo já é visto como ultrapassado, mesmo sendo atual. Assim, a educação financeira ensina ao cidadão que se deve existir o equilíbrio das compras, uma vez que ela objetiva mostrar ao cidadão a importância do dinheiro e as vantagens de reduzir o estresse comprando coisas que não possuem utilidade.

Em segunda análise, a educação financeira é viável ao cidadão para que encontre possibilidades de economia quando crises assolam o país. De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a ensinar empreendedorismo a crianças tem consequências futuras, como a consciência do pagamento de dívidas para as empresas e o entendimento que para superar a crise deve haver a união entre governantes e população. Logo, seguindo tal lógica, o homem ao ter esse saber sobre economia e finanças, pode vir a usufruir de serviços alternativos na geração de renda, como investimentos.