A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 18/05/2020
No ano de 2008, teve como marco principal a crise econômica, atingindo a população, em que enfrentou forte limitação das finanças. Diante o contexto, uma das soluções para o impasse foi a educação financeira, que ajudou os brasileiros a diminuir os impactos da crise. Desde então, essa didática vem sendo debatida pela sua importância, como o livramento de dívidas, tendo melhor aproveitamento e construção de cidadãos mais conscientes.
A princípio, é válido ressaltar que um dos maiores fatores para acumulação de dívidas é o consumo descontrolado e desnecessário. Segundo Mário Sérgio Cortella, a mídia atua como corpo docente da sociedade, ou seja, ela exerce forte influência nas pessoas e uma das características é a venda de produtos, criando a ideia de algo necessário, que contribui diretamente para o consumismo. Nessa perspectiva, as pessoas tendem a criar mais despesas, atingindo negativamente a sua vida financeira, no qual poderia ser evitada se tivesse conscientização adequada. Dessa forma, o planejamento monetário é de suma importância para a população por ajudar a se livrar de dívidas, podendo fazer com que o dinheiro poupado seja revertido em investimentos. Sendo assim, contribuiria para o crescimento da economia do país e também a conquista de uma melhor qualidade de vida para o cidadão.
Além do controle de endividamento, outra importância gerada pela a educação financeira é a criação de uma sociedade consciente. No filme Os Delírios de Consumo de Becky Bloom, retrata as consequências do consumismo, no qual acaba influenciando outros setores, como no campo profissional, em que a personagem principal é prejudicada pela sua impulsividade. Assim como na ficção, a maneira de como as pessoas lidam com o dinheiro pode influenciar na sua vida social. Portanto, o planejamento monetário pode contribuir para a construção de uma sociedade mais conscientizadas, no qual lidam com as dificuldades e diferenças de forma mais racional e avaliativa.
Observa-se, portanto, que medidas que incentivem a educação financeira sejam tomadas, como a atuação da escola, mostrando a importância do planejamento, através da implantação de aulas intercalada com outras disciplinas, como matemática financeira, para que incentive que a próxima geração de adultos estejam mais conscientizados e obtenham uma melhor relações pessoais. Somado a isso, o Ministério da Educação deve disponibilizar aulas gratuitas em plataformas digitais, mostrando como controlar o dinheiro, além, de aulas de empreendedorismo, a fim de que a população obtenham seu domínio monetário e saibam como reaproveitar o seu dinheiro de maneira mais eficientes com um retorno positivo.