A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 16/05/2020
No filme Até que a Sorte nos Separe, o protagonista e sua família desperdiçam a fortuna adquirida devido o descaso com a educação financeira. Fora do tablado ficcional, parcela significativa da população brasileira enfrenta sérias problemáticas monetárias, uma vez que esses indivíduos não possuem o ensino de como administrar suas finanças. Nessa conjuntura, é preciso analisar o planejamento para evitar despesas inesperadas, bem como verificar o bem estar promovido pela instrução financeira.
A priori, faturas inusitadas são frutos, geralmente, de negligências sociais com a educação financeira. Essa realidade ocorre devido à falta de administração monetária, haja vista que grande quantitativo de cidadãos consomem bens e serviços sem planejar seus gastos futuros. Isso porque o descaso com o ensino financeiro desenvolve pessoas sem consciência de limites. Dessa maneira, esse conjunto populacional encerram o ano com contas em atraso e com CPF negativados em instituições federais. Tal panorama é comprovado em dados do Serviço de Proteção ao Crédito, os quais apresentam que mais de 40% da população economicamente ativa no Brasil possuem dificuldades em quitar seus débitos nos prazos estabelecidos. Portanto, a administração monetária reduz a possibilidade de dívidas inesperadas.
A posteriori, o gerenciamento econômico é um dos pilares para promover o bem estar populacional. Isso se explica a partir da educação financeira, posto que o planejamento de gastos auxilia na melhora da qualidade de vida do cidadão. Essa situação transcorre pelo fato que a administração monetária promove a compra de produtos e serviços de maneira organizada, além de disponibilizar recursos para investimentos, os quais podem melhorar a condição de vivência desses indivíduos. Tal perspectiva é comprovada, por exemplo, em pesquisas realizas pela revista Sucesso, as quais apresentam entrevistas com bilionários que obtiveram êxito na vida profissional e pessoal por causa da educação financeira. Dessa forma, o ensino de finanças pode disponibilizar oportunidades e condições de aperfeiçoar padrões de vida para os cidadãos conscientes.
Destarte, fazem necessárias medidas para formar pessoas com consciências sobre a educação financeira. Para isso, a mídia precisa criar projetos de engajamento social, a partir de palestras com gestores em economia, em que esses peritos orientem indivíduos de como quitar suas dívidas, para que reduza o número de devedores no Brasil. Paralelo a isso, as escolas devem criar campanhas de conscientização monetária, por meio de aulas com especialistas em economia, em que os profissionais ensinem como administrar seus futuros gatos, a fim de fomentar consumidores conscientes.