A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 12/05/2020

A grande depressão econômica, ocorrida em 1929, trouxe consequências exorbitantes, mas também, evidenciou a importância de uma economia balanceada. Hodiernamente, os brasileiros convivem com dívidas, por terem dificuldades em como tratar as finanças. Dessa forma, é preciso instruir os cidadãos acerca da pauta e alertá-los sobre os perigos do alto consumo.

Destaca-se, a princípio, a exiguidade em educação financeira nas escolas e mídia. Seguindo essa linha, cabe citar o livro ‘‘Pai rico, Pai pobre’’, onde é retratado a história de dois pais, um sabe lidar com as finanças mesmo ganhando pouco, por conta de conhecimentos sobre como gerenciar o dinheiro,  o outro mesmo com uma renda alta estava sempre negativado. Nesse sentido, torna-se imprescindível ensinar a sociedade a administrar as finanças pessoais, a fim de evitar o dilema do livro, ou seja, a inadimplência.

Além disso, outro fator que agrava a situação é o consumismo irracional. Nesse viés, o sociólogo Bauman aponta que o corpo social está cada vez mais pautado no imediatismo e que por isso as pessoas tendem a consumir de forma ilógica. Por conseguinte, muitas se endividam, como aponta os dados do SPC, em que 41% dos brasileiros estão com o cpf negativado. Ressalta-se então a importância de alertar a população em como gastar de forma coerente com sua renda particular.

Portanto, faz-se necessária uma intervenção pontual nesse óbice social. Para isso, o Governo federal em parceria com os canais de televisão aberta, deve transmitir um programa semanal, baseado no formato do telecurso, com especialistas em economia, ensinando ações práticas de como organizar as renda de forma apropriada, com o propósito de que a população evite o endividamento e o inadimplemento. Assim, talvez, os brasileiros de tornem mais responsáveis economicamente.