A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 09/05/2020

Antigamente, no início do século XVI, existia a escravidão forçada dos índios e negros. A sua mão de obra escrava era para o trabalho nos grandes latifúndios das plantações de açúcar no Brasil, nos quais o modo de produção era o “Plantation”. Quando chegou o “fim” da escravidão, veio o assalariamento dos trabalhadores através dos avanços das Revoluções industriais. Entretanto, o assalariamento continua sendo uma forma de escravizar o cidadão caso não obtenha a educação financeira e caia na tentação do consumismo, por intermédio dela poder alcançar a sua independência financeira e sair da “escravidão moderna”. Logo, cabe ao Governo realizar medidas para que a educação financeira possa ser inclusa nas escolas e, assim, poder melhorar até a economia do país.              Nesse contexto, é oportuno salientar o assalariamento como uma forma de “escravidão moderna”. Segundo uma pesquisa de endividamento e inadimplência do consumidor (Peic), certa de 63% da população brasileira possui alguma dívida pendente no mês. Isso revela o quão um indivíduo é dependente do pouco salário que recebe, o qual é todo para pagar dívidas. Todavia, essas dívidas são consequências de compras desenfreadas sem real necessidade, uma das doenças do século XXI, o consumismo. Com o pouco salário pago, o indivíduo tem que dividir o salario em pagar aluguei da casa que mora, contas da casa, comer e gastar com coisas as quais não precisa. Isso é reflexo de uma das formas de “escravidão moderna”, as pessoas trabalham porque precisam do dinheiro, vivem dele e por ele, tudo isso podendo ser evitado pela educação financeira. Logo, cabe ao governo realizar meios para combater esse endividamento da população.

Ademais, é necessário evidenciar o melhor bem que a educação financeira proporciona, a real independência financeira, que não é o período de sair da dependência do dinheiro dos pais. A independência financeira é quando uma pessoa consegue viver do próprio dinheiro sem necessitar do salário pago pela empresa a qual trabalha ou já trabalhou. Com a educação financeira é possível que uma pessoa consiga isso, porém, ainda necessitará do salário pago no seu trabalho e se livrar do consumismo, o grande mal da sociedade. Segundo a Associação Brasleira de educadores financeiros (Abfin), cerca de 80% da população brasileira não consegue guardar dinheiro.

À Luz dessas considerações, a educação financeira é importe para uma melhor qualidade de vida. Sendo assim, cabe ao Ministério da educação em parcerias com escolas estaduais, municipais e privadas, realizarem a educação financeira por meio da adição da matéria no conteúdo obrigatório escolar e realizarem palestras para distribuir informações, com o fito de melhorar a vida da população livrando-a da “escravidão moderna” e por consequência melhorar o desenvolvimento do país.