A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 24/04/2020

No processo de colonização do Brasil, havia troca de objetos entre os índios e os portugueses, denominada de escambo. Porém, essa forma de obter utensílio sofreu várias modificações até chegar no que temos hoje, o dinheiro. No entanto, essa prática vem sendo bastante discutida pela mal administração deste, ocasionando problemas futuros.

De acordo com os dados levantados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL),  mais de 62 milhões de brasileiros estão com suas contas negativadas em 2019, sendo o maior índice em dívidas com banco, decorrente da alta taxa de juros que é cobrado e pelo alarmante índice de desemprego no país, dificultando a quitação de dívidas.

A falta de administração do capital interfere diretamente no ser, uma vez que possa precisar de dinheiro para emergência com a área da saúde, ou até mesmo a longo prazo, não contribuindo para ter uma poupança quando for mais velho, no caso da aposentadoria. O “jeitinho brasileiro”, mostra o quanto é banalizado a precisão ao longo prazo, fazendo com que o cidadão pense só no imediato e que não possa precisar ao longo prazo, pois sempre haverá outra maneira de solucionar o problema.

Em vista dos fatos apresentados cabe ao Ministério da educação, complementar a grade curricular escolar com a disciplina de finanças, nas instituições públicas e privadas; para que os alunos possam ter mais consciência sobre o assunto e poder ajudar os pais em casa. Tais medidas visam combater o empasse de forma precisa e democrática.