A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 09/04/2020
No limiar do século XXI, a prática da educação financeira apresenta vários benefícios para os cidadães, haja vista que a sociedade da atualidade deve sempre ficar informada nos setores da economia. Nessa perspectiva, os ensinamentos realizados pela família, desde a infância, para suprir futuros deficit financeiro e a consequência benéfica acarretada pela vida estável, no aspecto econômico, geram privilégios futuramente para o indivíduo. Entretanto, a sociedade do desempenho relatada pelo filósofo Byung Chul-Han e a diferença de classes sociais ocasionam efeitos deletérios à sociedade. Logo, com o espoco de mitigar tais infortúnios, medidas familiares e estatais são fulcrais.
Efetivamente, o ensino sobre educação financeiro é de suma importância para vida das pessoas, uma vez que eles podem sair de futuros endividamentos com os ensinamentos que obterão. Nesse contexto, o ensino voltado para área econômica provocam pensamentos futuros nos indivíduos, posto que o investimento realizado ou a compra feita pode prejudicar a estabilidade financeira e psicológica. Nesse panorama, o filósofo Byung Chul-Han relatou, no seu livro “Sociedade do Cansaço”, que as pessoas apenas pensam no desempenho profissional, estudando e trabalhando mais para conseguir dinheiro suficiente para fazer determinadas compras, assim podendo acontecer doenças, como depressão e ansiedade. Dessa forma, uma pessoa sem estabilidade emocional pode sofrer malefícios nas suas futuras decisões. Em face disso, a família deve agir no enfrentamento desse viés.
Ademais, o investimento bem feito apresenta regalias para a população, haja vista que a aplicação de capital em determinados lugares, por exemplo, na educação, elaboram futuras vidas estáveis. De acordo com o economista norte americano Theodore Schultz, o “Capital Humano” que é o investimento no próprio ser humano gera várias vantagens para os cidadães, visto que que apresenta resultados satisfatórios nas áreas da saúde, da economia e da educação. Todavia, a diferença de bens matérias e de salário de várias pessoas originam situações nefastas na sociedade, a quais não tem condições de fazer investimentos ou ter uma educação de qualidade.
Destarte, a família, como instituição formadora de opinião, deve, desde a infância, ensinar os atos corretos para realizar investimentos e trabalhar sem nenhum problema, mostrando que uma boa educação pode ser melhor que várias horas estudando e trabalhando, os quais tem a possibilidade de terem doenças psicológicas, por intermédio de conversas e consultas com psicólogos, com o fito de minimizar esses atos. Outrossim, o Governo deve fazer programas, por meio do Ministério da educação, para comunidades humildes sobre investimentos com pouco dinheiro, afim de diminuir a desigualdade social. Dessa forma, uma sociedade com educação financeira será formada.