A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 31/03/2020
Sonhar, um verbo não muito realizado no Brasil, mas muito idealizado. Quando juntos, sonhos e capitais podem ser aliados, porém basta carecer do último que tudo há de desmoronar. Endividamento entre os brasileiros torna-se uma “guerra” com a realização de suas metas e acabam assemelhando-se com seus antepassados, onde tinham o sonho de ter um país democrático, mas não a autoria. O que separa o problema atual do ascendente é a educação.
Partindo do princípio de que educação trabalha a formação e o desenvolvimento moral e intelectual do ser humano, tem-se a noção de que quanto mais cedo se é ensinado algo, mais chances serão da pessoa adquirir tais hábitos. De acordo com a CVM, Comissão de Valores Mobiliários, a educação financeira deve partir dos 3 anos de idade, para que valores básicos sejam aprendidos. A Comissão afirma também que, professores e pais se juntem a tal projeto para que aprendam a viver e administrar suas responsabilidades do mundo contemporâneo.
Um país em desenvolvimento depende, acima de tudo, de uma criança/jovem que saiba o que está fazendo para ter um futuro organizado, e assim investir no país meticulosamente. Foi criado no Brasil, o Decreto Federal 7.397/2010 estabelecendo a Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), que trata de promover a capacidade do cidadão para realizar escolhas conscientes sobre a administração dos seus recursos, mostrando a precariedade de adultos com facilidades no financeiro.
Com base na resolução das problemáticas, a solução necessária é de que inciativas pedagógicas partam por meio dos Ministérios da Educação e Economia, com objetivo de incentivar e mostrar aos estudantes a necessidade de uma renda estável e a possibilidade de sonhos alcançáveis, mostrando que uma criança com conhecimento, gera um país com adulto brilhante.