A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 12/03/2020
A obra “O orfanato da Srta Peregrine para crinaças peculiares” de Ranson Riggs retrata a vida de crianças que estão inserida em um contexto, mas não tem conhecimento do que ocorre na realidade. Fora da ficção, o cidadão está vivendo um problema análogo, uma vez que encontra-se alienado no que se refere a educação financeira, porquanto não tem o conhecimento de como dominar suas finanças.
A priori, segundo o consultor financeiro Gustavo Cerbasi, educar para o dinheiro não é condenar o consumo e doutrinar para a poupança. É estimular a organização pessoal para que desejos de consumo não extrapolem limites. É exercitar a disciplina para ter qualidade de consumo por toda a vida. Todavia, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática, dado que consoante a Serasa Experian O número de brasileiros com dívidas atrasadas e CPF negativado é de 63,2 milhões.
Outrossim, é incontrovertível que um dos maiores propulsores para a ignorância financeira e endividamento, deve-se a a falta de planejamento familiar e a cultura do consumismo desenfreado.
Portanto, urge que o Ministério da Educação crie palestras em escolas e universidades, públicas e privadas, para crianças, jovens, adolescentes, pais e responsáveis, ministradas por professores e economistas, com objetivo fundamental de despertar a crítica dos indivíduos em relação à necessidade de organização das finanças pessoal e familiar, Nesse sentido, a realidade do cidadão atuará de forma diferente das crianças do Orfanato da Srta Peregrine.