A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 24/02/2020

Desde a quebra da bolsa de valores em Nova Iorque, no ano de 2008, causada pela chamada “explosão da bolha imobiliária”, a economia mundial se alarmou para os riscos de novos desequilíbrios econômicos. Por consequência do ocorrido, países ao redor do mundo voltaram suas atenções na relevância da educação financeira na vida dos cidadãos. Nesse sentido, há alguns fatores que não podem ser negligenciados, tais como: a educação financeira na quebra do ciclo da pobreza e a importância sobre ela na prevenção de crises econômicas nas nações.

É indubitável que a má administração do dinheiro é o principal motivo para o endividamento, e, desse modo a perpetuação da não ascensão de classe social. Segundo o Serviço de Proteção ao Crédito(SPC), cerca de 62 milhões de brasileiros estão negativados. Dessa maneira, é claro como a falta de educação financeira, seguida por uma necessidade compulsória de compra, atrelada ainda a falsa perspectiva do capitalismo de bens materiais ligados a felicidade, leva o consumidor a gastar mais do que ganha, levando-o a um “abismo” de contas.

Outrossim, convém frisar o mérito do ensino financeiro para os governos. Conforme pesquisa realizada pelo Serasa Explain, a educação financeiras concede ganhos não só aos consumidores, mas ao governo como um todo. Uma vez que a população está em dia com suas finanças, ela possui poder de compra aumentado, fazendo a economia do país girar, tal qual sustenta sua base e evita crises internas, haja vista que as lacunas da carência financeira são supridas pelo seu próprio mercado.

Diante do supracitado, é tácito os bons reflexos da educação financeira na vida das pessoas. Portanto, a fim de incentivar cada vez mais essa prática em solo canarinho, é mister que o Ministério da Educação, cobre ativamente uma postura das escolar em relação a esse tipo de ensino, dado que, se na Base Nacional Comum Curricular(BNCC). Além disso, é de suma importância que a sociedade a Sociedade implemente em seus hábitos a reflexão acerca de seus gastos e ganhos, diferenciando desejo de necessidade e priorizando o que realmente é necessário. Sendo assim, o equilíbrio financeiro seria possível.