A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 18/02/2020

Qual é a importância da educação financeira na vida do cidadão? Essa pergunta foi muito utilizada nesses últimos dois anos, por causa do acontecimento de 2018 onde grande parcela do Brasil ficou com o nome sujo. Isso ocorreu porque a maioria da população brasileira não soube administrar seu dinheiro, esse tipo de caso requer uma conscientização maior por parte dos consumistas. A educação financeira é importante também para futuramente algum indivíduo fazer um investimento e uma decisão correta, assim evitando uma perda de sua economia.

Muitos consumidores normalmente gastam seu dinheiro em compras on-line com cartões de crédito sem o devido controle, por consequência ficando em dívidas muito rápido. Isso porque a maioria não teve educação sobre finanças, assim saberia que existem três métodos sobre a educação que são: investir, economizar e ganhar. As pessoas que usam esses três conceitos possuem o controle necessário sobre sua renda.

A palavra educar significa “direcionar para fora”, ou seja, é preparar os jovens para o mundo de fora. Porém, o país só irá crescer quando os adolescentes aprenderem a utilizar seu dinheiro correta e conscientemente, ao contrário o Brasil poderá ficar com sua reputação suja de novo. Um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) de 2015 diz que os adolescentes de 15 anos não sabem o conhecimento básico de como lidar com seu próprio dinheiro. Esses jovens quando chegam à fase adulta apresentam um grande risco de possuírem dívidas.

Uma medida prática para essa educação, seria o uso de planilhas pelos consumistas onde incluiriam seus gastos diários e seu salário para assim visualizarem onde diminuir os gastos, podendo investir ou guardar para que tenham um futuro seguro. Já para as escolas, profissionais devem ser contratados para ensinar aos alunos do ensino fundamental o real valor do dinheiro para que no futuro não tenham que passar por nenhum problema grave com dívidas. Para os do ensino médio a cada uma ou duas vezes por mês, palestras com economistas poderiam ser adotadas.