A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 08/05/2020

Na obra cinematográfica “Até que a Sorte Nos Separe”, o protagonista Tino ganha na loteria, mas perdeu tudo e faliu anos depois por não saber lidar com o dinheiro. Nesse contexto, fora da ficção, percebe-se a importância da educação financeira no Brasil, visto que sua ausência acarreta inadimplências, porém, sua presença pode dar bons resultados.

A princípio, a falta de conhecimentos sobre o tema supracitado produz inabilidades com o dinheiro, a qual tende à evitar pagamentos pessoais, pois inexiste controle econômico. Nesse viés, segundo o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), em 2018, já existia mais de 62 milhões de brasileiros com débitos não quitados, número 2 milhões a mais que em 2017. Assim, evidencia-se o quão fundamental é o ensino financeiro.

Entretanto, quando há boas instruções a respeito das finanças individuais e coletivas, permite ao tecido social não apenas impedir dívidas, bem como investir, por exemplo, na poupança, haja vista sua lucratividade mensal. Nessa perspectiva, segundo o filósofo Kant, “o ser humano é aquilo que a educação faz dele”, o que torna claro o poder transformador da educação e se mostra como a resolução desse problema.

Portanto, diante do exposto, urge que o Ministério da Educação e Cultura (MEC) eduque os cidadãos brasileiros no que se refere às finanças, por meio de propagandas televisionadas e nas escolas, com eficazes políticas didático-pedagógicas sobre esse assunto. Dessa forma, objetiva-se reduzir as inadimplências do presente e das futuras gerações do país. Só então será possível superar o desfecho que o personagem principal Tino obteve no filme.