A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 01/11/2019

Segundo Immanuel Kant “o ser humano é aquilo que a educação faz dele”. Em analogia a isso, analisa-se o cenário atual do Brasil, no qual 41% dos adultos têm contas atrasadas . Em razão disso, é relevante que essa temática de finanças seja discutida antecipadamente, na juventude, pelos pais em casa e, também, no ambiente escolar.

Em primeiro plano, cabe pontuar que a ausência de incentivo familiar, no âmbito financeiro, é uma  adversidade. Um vez que a falta de experiências com dinheiro pode acarretar em um desequilíbrio emocional, de modo que essa quantia seja gasta descontroladamente. Dessa maneira, faz-se necessário que haja mais treinos previamente a fim de que possa ser desenvolvido no indivíduo maturidade para administrar suas finanças.

Em segundo lugar, outro fator preponderante para a influência dos jovens é a escola, tendo em vista o significativo papel de aprendizagem do cidadão, além dos pais. Consoante a Base Nacional Comum Curricular, todas as escolas brasileiras devem implantar a educação financeira na matriz curricular até o final de 2019. Essa prática faz-se significativa devido aos conceitos abordados, os quais: taxa de jurus, inflação, aplicações financeiras, e impostos. Assim, os estudantes, ao chegarem na vida adulta, terão mais ciência para gerenciar a vida financeira e não se envolver em complicações, como o atraso de contas.

Em virtude dos fatos mencionados, é preciso implantar práticas que façam com que a família e a escola discutem essa temática. Para tanto, é do Ministério da Educação efetivar essa implantação da educação financeira nas escolas, por meio de aulas de matemática financeira e debates para o controle emocional ao administrar o dinheiro. Ademais, é preciso que as escolas abram essa discussões para a comunidade a fim de que todos possam aprender mais a respeito do gerenciamento monetário.