A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 20/10/2019
Promulgada pela ONU, em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito a educação e o bem estar social. Conquanto, a educação financeira apresenta barreiras que impossibilita que a população desfrute desse direito universal na prática. Esse cenário antagônico é fruto tanto da influência dos pais, quanto da pobreza. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos.
A educação é fator principal no desenvolvidamento de um país. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e oo resultado desse contraste é claramente refletido na perpetuação do quadro, em que os pais - sem educação financeira e na maioria pobres - não guardam dinheiro porque precisam dele para sobreviver. De acordo com IBGE, 82% das pessoas no mundo são pobres. Diante do exposto, percebe-se que são pontos que retarda o desenvimento da população.
Faz-se mister, ainda, salientar a pobreza como um dos maiores impulsionadores do problema. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Diante de tal contexto, é notório que a pobreza deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que coíbam tais recorrências. Devido à falta de atuação das autoridades, a pobreza acaba fazendo com que as pessoas gastem o que não têm e acaba até sujando o nome. Desse modo, faz-se necessário a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem a construção de um mundo melhor. Dessarte, com o intuito de mitigar a educação financeira, necessita-se, urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do Ministério da Educação e do Governo, será revertido em ajuda para essas pessoas, através de palestras que ensinem a economizar dinheiro, ensinando aos pais e aos jovens. E também é preciso que o Governo aumente o salário mínimo para que as pessoas consigam ter uma rotina melhor e com mais qualidade de vida. Atenuando assim, em médio e longo prazo, o impacto nocivo da educação financeira e colocando em prática a função do Estado idealizada por Hobbes.