A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 19/10/2019
Desde o século XVII, o pensamento de John Locke acerca da liberdade econômica e propriedade privada se enraizou e se propagou até a contemporaneidade. Porém, com esse livre arbítrio e a falta remota de conhecimento sobre gestão financeira e monetária, muitas acabam por se afundar em dívidas ou insucessos em seus empreendimentos. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem quadro, e as suas consequências.
Logo, delimitado que a educação de base no Brasil, de forma geral, não atinge excelência nem mesmo nas matérias básicas: literatura, língua portuguesa, matemática e ciências, não poderia ser esperado o ensino da educação financeira, ainda mais de qualidade, nas escolas públicas de todo o país. De acordo com Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais 40% dos brasileiros não poupam nada do que recebem. O que se mostra inadmissível.
Dessa forma, o descontrole em relação a administração do dinheiro não acarreta apenas em problemas pessoais, mas em obstáculos para toda a sociedade. Pois, a economia do país dos país depende grandemente, além da agropecuária e industria, do setor de serviços e comércio. Que se enfraquece devido a desorganização nos gastos e crescimento do número de endividados.
Portanto, percebe-se indispensável que medidas sejam tomadas para a resolução desse problema. O Governo deve então, implementar e elaborar leis que determinem a inclusão da educação financeira de qualidade, com profissionais qualificados e material especifico, na grade curricular de todas as instituições de ensino, públicas e privadas, desde de as séries de base, ensino fundamental, até a conclusão do ensino médio. Com o intuito de promover responsabilidade na utilização do dinheiro.