A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 23/10/2019
Na fábula “A Cigarra e a Formiga” a história permeia-se na dúvida entre o aproveitar o presente com atividades supérfluas ou preparar-se. Sob essa ótica, é cabível associar a história infantil na realidade brasileira atual, que de acordo ao modelo capitalista, consome desenfreadamente e não há importância ao investimento futuro. Desse modo, uma causa para esse consumismo seria o poder de status social e por consequência o elevado percentual de pobreza, sendo pois, preciso a inserção da educação financeira.
A priori, o incentivo ao imediatismo e aos bens privados pelo modelo vigente elevou à sociedade a “importância” de obter um status que não agrega renda e intensifica a pressão financeira. Logo, cabe analisar a obra de Graciliano Ramos “Vidas Secas” remetendo a vida de Fabiano que não possuía educação básica quiçá financeira, assim não obtinha controle sobre sua renda e acabava por perder tudo. Desse modo, atentar à população sobre a importância de investir a renda visa um país que afugenta do status capitalista e usa os bens com consciência.
A posteriori, como consequência da causa supradita, o gasto excessivo é pilar para desencadear a pobreza do mundo, pois sem controle de bens à desestabilização financeira. Cabe citar, portanto, o filme brasileiro “Até que a sorte nos separe” que discorre à história de uma família que ganhou determinada herança, mas não possuíam controle pecuniário e ficaram desvalidos. Dessa forma, cabe ao governo investir na educação financeira por finalidade de diminuir a pobreza, visto os fatos ditos.
Portanto, a educação pecuniária é importante para promover estabilidade no país e na vida do cidadão. Para que esta seja implantada, urge que o Poder Executivo aplique com mais eficiência nas escolas o plano de documentação de Orientação para a Educação Financeira a partir do ensino fundamental -Já que é necessário desde criança aprenda-se a investir nos bens. Logo, por meio de materiais, orientados pelo MEC, de empreendedorismo e investimento financeiro, para que a sociedade ande em paralelo ao capitalismo, mas não consuma excessivamente.