A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 16/10/2019

A educação financeira deveria estar presente na vida do cidadão brasileiro, porém, algumas pessoas não exercitam essa prática. Além disso, ter o controle das finanças, garante estabilidade para o indivíduo mediante a crise econômica e monetária do país. Ademais, administrar o capital de forma correta gera equilíbrio emocional na vida do brasileiro cooperando para o seu bem estar. Assim, a educação financeira é de extrema importância na vida do cidadão.

Em primeiro lugar, vale ressaltar que o ensino pecuniário vai além do controle das finanças, ele contribui para estabilidade do cidadão permitindo a realização de seus sonhos. Outrossim, a falta de disciplina mediante o capital do indivíduo, conduz o cidadão a sérios problemas com suas finanças, visto que, esse é um problema que acomete 45% dos brasileiros que não tem controle efetivo do próprio orçamento segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). De certo, ter estabilidade financeira significa assumir o controle da própria renda para se obter segurança, conforto e levar uma vida com tranquilidade mediante a crise do mercado financeiro com suas elevadas taxas em pleno século XXl.

Certamente, em tempos de crise, a instabilidade financeira e as retrações econômicas conduzem o brasileiro ao desequilíbrio emocional afetando seu bem estar. Indubitavelmente, a falta de educação pecuniária na vida do cidadão está ligada diretamente ao fator emocional, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 20% dos suicídios têm relação direta com a instabilidade financeira e emocional. Por certo, o manejo das finanças não cooperam apenas para o equilíbrio monetário, mas também, conduzem o indivíduo ao bem estar físico e social gerando grande estabilidade afetiva, que automaticamente implica na melhor qualidade de vida do brasileiro que mantém sua saúde mental e emocional intactas.

Portanto, ter disciplina nas finanças gera um constante equilíbrio com relações favoráveis a longo prazo. Dessarte, a escola como órgão de educação, deveria trabalhar em sala de aula o autoconhecimento da educação financeira, propondo palestras e debates entre os alunos e esclarecer a importância do orçamento financeiro e os benefícios da estabilidade monetária, para que os jovens se preparem mediante as situações futuras. Destarte, a mídia como grande disseminadora de informações, deveria realizar campanhas através dos comerciais que relatassem à população leiga, a necessidade do manejo das finanças, que colaboram diretamente para o bem estar emocional, auxiliando-os passo a passo de como prosseguir perante determinadas situações. Assim, haverá uma sociedade mais apta a educação financeira no século XXl.