A importância da educação financeira na vida do cidadão

Enviada em 15/10/2019

À frente das mudanças

René Descartes, conhecido como o Pai da Filosofia Moderna, no século XVII, dizia: “Não existem métodos fáceis para resolver problemas difíceis “. Embora séculos tenham se passado, desde a época em que viveu o filósofo francês, questões como o ensinamento da educação financeira,no Brasil, ainda são considerados problemas difíceis de serem solucionados, tendo em vista a ausência de interesse sociopolítico-econômico nas comunidades e a falta de insensível governamental. Isso preocupa a sociedade brasileira, por ser a causa de bastantes empecilhos sociais.

Primeiramente, há quem diga que um país, cuja população mantém primordialmente o autocontrole financeiro, é utópico.Em virtude disso, há de se questionar acerca de que mundo deseja-se para os bisnetos, confirmando questionamento do filósofo Richard Roty.Na nação hodierna, com as variadas formas de pagamento e financiamento, acarretam no cidadão um falso padrão econômico, ocasionando um regresso dos indivíduos.

Inegavelmente, o óbice intensifica-se quando não é dada a devida resolução ao pleito, atribuindo a falta de políticas que estimulam a qualidade educacional econômica. Diante do fato, Nicolau Maquiavel, filósofo italiano, refletia sobre as dificuldades em buscar modificações na sociedade, uma vez que dizia: “Não há nada mais difícil ou perigoso do que tomar a frente na introdução de uma mudança “. Logo, efetivar a importância da educação financeira na vida do cidadão será a tarefa árdua, mas possível.

É mister, portanto, que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Urge, então, que os Ministérios da Educação e o da Economia, elabore em projetos sociais nas escolas, com intuito de incentivar desde a infância o valor financeiro, afim de criar matérias com ensinamento dinâmico e prático acerca desse importância econômica. Ademais, empresas públicas poderiam engajar-se em debates com especialistas no âmbito econômico , com objetivo de reeducar e auxiliar cidadãos negativados, mantendo equilíbrio sociopolítico- econômico. Assim, observada a ação conjunta entre população e poder público, problemas considerados difíceis de serem solucionados, poderão tornar-se fáceis, desde que se tenha coragem de estar à frente das mudanças.