A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 16/10/2019
De acordo com o filósofo Thomas Hobbes, as ações do ser humano tendem a prejudicar a ele mesmo, tal fato retrata na realidade brasileira o quanto a inconsciência do ser humano influência a ser um malefício para o seu progresso. Diante nisso, no que tange a questão da importância da educação financeira na vida do cidadão, percebe-se a configuração de um grave impasse -consumista e incompreensivo- de contornos específicos, em virtude da falta de controle financeira, bem como a ausência de conhecimentos monetários. Nesse sentido, evidencia-se a necessidade de desenvolver melhorias nas ações individuais conjuntamente com a sociedade.
Convém destacar, a princípio, que o consumismo entre os cidadãos apresentam crescimentos exponencialmente a cada ano, por conseguinte, demostram a necessidade de controle na aquisição de produtos. Em vista disso, segundo os Serviços de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), cerca de 62,6 milhões de brasileiros terminaram 2018 com alguma contra atrasa e com o CPF negativado. Desse modo, baseando-se nos dados, salientam o desequilíbrio financeiro da sociedade moderna, ocasionado pela ausência de administração do capital, sendo principalmente provocado pelo consumo desfreado e, imediatista. Logo, o endividamento do indivíduo pode acarretar transtornos psicológicos como estresse, insônia. Com efeito, é fundamental a alteração desse aspecto na população.
Outrossim, a ausência da educação financeira tem-se por constituir um empecilho ao amadurecimento da nação. Nesse contexto, conforme o filósofo inglês John Locke, os indivíduos nascem sem saber nada e as experiências vão constituindo a sua personalidade. Pode-se assimilar a contemporaneidade, em que obter conhecimentos em relação a área monetária auxiliam na formação do caráter humano. Portanto, consequentemente, na administração do dinheiro positivamente, assim como bons resultados para o restante da vida. Dessa forma, compreender o assunto desde cedo em salas de aulas no ensino escolar, trariam evoluções aos pensamentos das gerações futuras e nas sociedades.
Em síntese, medidas devem ser efetivadas a fim de garantir a importância na educação financeira na vida do cidadão. A vista disso, a sociedade coletiva, juntamente com o Ministério da Educação, possam promover palestras de conscientização aberta ao público, com participação de especialistas no campo de empreendedorismo e investimentos, a fim de atenuar o consumo exacerbado e, desenvolver organizações financeiras para melhorias de vida. Ademais, as conscientizações coletivas em conjunto com os debates que serão estabelecidos em escolas de ensino fundamental no Brasil, a partir de 2020, contribuirão para o progresso do país, logo, tais soluções possam transformar o problema em águas passadas e, da mesma forma ,permanecer para história o pensamento do filósofo Hobbes.