A importância da educação financeira na vida do cidadão
Enviada em 05/10/2019
A Crise de 1929, foi marcada pelo crédito cedido pelo Estado para a população, sobre o pressuposto de um desenvolvimento Americano. Entretanto, o marco levou países à falência, corroborado pela falta de educação financeira para com a sociedade. Destarte, convém analisar não só a causa como também a consequência e possível medida para solucionar a problemática.
Inicialmente, é possível destacar que a que o Estado ao não promover a graduação com a preparação para o mercado financeiro, torna um dos motivadores da importância da educação financeira. Segundo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), 49% dos brasileiros que têm conta corrente não sabem quanto pagam de juros e tarifas. Lê-se, dessa forma, como nociva a compreensão de que em um país com uma Constituição Federal tão atualizada o poder pública não meça esforços para mitigar a falta de conhecimento em finanças pela população.
Conquanto, desencadeado pela falta de graduação financeira oferecido pelos órgão públicos leva a população ao endividamento, o que deixa os endividados às mazelas sociais. De acordo com dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), 62% das famílias brasileiras estão endividadas, e 40% da população acima de 18 anos está na mesma situação. Dessa maneira, torna-se inaceitável a inexistência de medidas implantadas pelo Estado para solucionar o problema financeiro no Brasil.
Fica evidente, portanto, a extrema necessidade da intervenção estatal para mitigar a problemática na sociedade brasileira. É preciso, então, que o Ministério da Educação, em parceria com o Ministério da Economia, crie curso gratuitos online que informe de forma clara e objetiva a educação financeira, por meio de verbas públicas, tendo com objetivos a superação de futuros endividamentos, que possam comprometer a vida de uma parcela da população. Assim, haverá um caminho traçado para um sociedade emancipada.