A importância da educação a distância no Brasil
Enviada em 05/01/2021
Por meio da Escolástica de São Tomás de Aquino e suas escolas palatinas, o conhecimento foi difundido e isso abriu caminho para o surgimento das universidades. Destarte, o desenvolvimento das sociedades e a velocidade do mundo moderno requereram cursos cada vez mais práticos e buscar. Desse modo, houve, no Brasil, o avanço do ensino a distância, o qual, apesar de ainda passar por desafios e desafios, contribui para a educação e agrega valores, dada a sua importância. Sob esse contexto, impera analisar os benefícios dessa modalidade e as suas barreiras.
De fato, o homem pós-moderno - dotado de múltiplas identidades, segundo o teórico Stuart-Hall -, depende da otimização do seu tempo para um maior progresso pessoal e profissional. Para tal, uma busca pelo sabre o acompanhado diariamente e uma base para a concretização dos projetos. Por isso, a praticidade do ensino a distância contribui positivamente para a sociedade atual, pois, através dele, o cidadão, além de trabalhar, estuda sem o custo do deslocamento diário, reduz a onerosidade com o material impresso e pode utilizar o tempo livre para o lazer, o descanso e até novos cursos. De acordo com o Ministério da Educação, houve crescimento de 30% no número de alunos que fazem algum curso EAD; deusas, 80% são reincidentes ou pretendem ser. Isso confirma que a flexibilidade desse sistema, dada a correria do século XXI, é uma tendência no país.
Entretanto, estudar sem o contato humano diário é mais complexo, desafiador e requer uma disciplina e uma organização maior, já que é, muitas vezes, constituído por aulas ‘on-line’. Dessa maneira, tanto o Estado - conforme corroboram os contratualistas - deve estabelecer o controle da fiscalização e da manutenção na qualidade do serviço prestado, quanto o estudante - por meio de cronogramas planejados - precisa nutrir-se de todos os benefícios ofertados, vista haja que investe dinheiro e que depende dessas formações para desenvolvimento técnico e humano. Logo, esses mecanismos são e serão mais capazes, consoante Adorno e Horkheimer, de impulsionado o maior país da América do Sul e o modo de vida dos seus estudantes.
Portanto, urge democratizar esse modelo didático e garantir sua qualidade. Para tal, o MEC deve, através das verbas direcionadas às Secretarias Estaduais, criar exames que analisem o nível dos cursos com o intuito de manter apenas instituições aptas. Igualmente, os centros de ensino podem, por meio de pedagogos contratados, oferecer consultoria aos alunos para a criação de bons cronogramas de estudos, a fim de obterem o melhor resultado dos discentes. Assim, eles se capacitariam e agregariam ainda mais valor ao órgão. Naturalmente, as perspectivas do EAD são melhores e, os desafios, menores.