A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 01/05/2021
A Revolução Industrial, sobreveio na Europa nos séculos XVIII e XIX, nesse momento, as indústrias começaram a explorar um número elevado de matéria-prima e a poluir a atmosfera, isso começou a incentivar também a urbanização e a intensificação da produção de lixo. O primeiro reflexo obtido a partir disso foi a relação homem-natureza, essa união acarretou o surgimento de um novo processo de desenvolvimento que valorizou a aceleração da produção, bem como a capacidade humana de exaurir os elementos naturais.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a falta de consciência ambiental no Brasil. Nesse sentido, no ano de 1972, em Estocolmo foi feita a primeira confederação ambiental. Considerando o crescimento dos problemas ecossistêmicos da época, foi estabelecida a conscientização desse campo, porém somente em 1987 que surgiu oficialmente o termo sustentabilidade. Apesar disso, atualmente, tal vocábulo não ganha ênfase na prática, já que o único meio benéfico para obtenção de lucro que os países enxergam hoje é a partir do desmatamento e grande desperdício à natureza.
Ademais, é fundamental apontar a falsa miopia da população e do governo brasileiro como impulsionador da ausência de discernimento. Segundo relatório da Abrelpe o país produz 118,631 toneladas de lixo por dia, além de intensificar as emissões de gases poluentes na atmosfera. Diante de tal exposto, é fácil compreender que a ação humana é pouco benéfica à natureza, existindo a possibilidade de o mundo ser destruído por conta desse mau uso moderno. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, que medidas sejam tomadas para solucionar essa problemática. Para isso, é imprescindível que o governo federal por intermédio de palestras, discursos e reformulação de leis ambientais, invista em um modelo econômico sustentável, de modo a fazer compreender o uso correto, benéfico tanto ao ser humano quanto ao meio ambiente. Assim, se consolidará uma sociedade mais abundante, onde maneiras sustentáveis são realmente exploradas.