A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 23/03/2021
“O nosso ecossistema não tem fronteiras. Onde quer que estejamos, as nossas ações terão repercussões”. O relato do filme “Home”, narra a dramaticidade das questões ambientais, com grandes impactos em decorrência das ações antropológicas. Fora do mundo fictício, a realidade brasileira hodierna, encontra-se em estado de declíneo ambiental, que transcedem de uma carência de consciência por parte de uma maioria da sociedade, causando danos nocivos para um país ainda em desenvolvimento. É preciso, pois, analisar a ineficiência educacional, bem como o modelo econômico capitalista, como propulssores do impasse.
Nesse contexto, torna-se imperativo mencionar a baixa qualidade do setor de ensino entre as causas do problema. Desse modo, o filósofo romano Séneca, já afirmava: “A educação exige os maiores cuidados, porque influi sobre toda a vida”. Com isso, percebe-se a importância da valorização do meio educativo, como forma de repassar conhecimento e minimizar a desinformação, no entanto, a realidade vai de encontro com a percepção do estudioso, uma vez que, a ínfima infraestrutura social em propagar nas salas educativas, debates acerca da importância sustentável do ambiente, produzindo efeitos nefastos na conscientização por parte da sociedade e inscitando cada vez mais a degradação do meio, refletindo em consequências danosas, como o desmatamento e a poluição.
Outrossim, é válido enfatizar o sistema vigente econômico capitalista, que visa a priorização do lucro, como forma de atenuar a problemática. Conforme o ativista indiano Mahatma Gandhi: “A natureza pode suprir todas as necessidades do homem, menos a sua ganância”. De maneira análoga, observa-se que o país globalizado com grande parte da populção alienada, em busca intrisecamente do capital, reverbera em ações que retiram da natureza o produto natural, para manter o setor industrial ativo, transparecendo a negligência com o meio ambiente e social. Logo, reflete na ignorância e na percepção de um diálogo desfavorável entre o homem e o ambiente, tornando acertível o pensamente do estudioso.
Infere-se, portanto, medidas correcptivas para mitigar a falta de consciência em questão da ambiência. Para isso, cabe ao Ministério da Educação impôr aulas de cunho social no ambiente escolar, como destinar uma matéria responsável para usar desde muito cedo a importância da valorização do meio ambiente, além de ampliar o senso crítico, para que os tenham que ter a mentalidade correta de proteção com o meio em que se vive. Ademais, urge ao Governo restringir as empresas responsáveis pela retirada do produto natural, para que haja uma manifestação, como a plantação e novas árvores, no intuito da sustentabilidade. Assim, o país pode desenvolver no social em que Gandhi se orgulhasse.