A falta de consciência ambiental em questão no Brasil

Enviada em 21/03/2021

Na canção o xote ecológico, o grande nome da música nordestina, Luiz Gonzaga entre os versos: “Cadê a flor que estava ali? Polução comeu. E o peixe que é do mar? Poluição comeu. E o verde onde está? Poluição comeu.” denuncia consequências da ausência de discernimento ambiental no Brasil, problemática que atinge o país devido ao egoísmo gerado pela diretiriz da vida em função do lucro pregada pela sociedade de mercado e a negligência governamental.

Em primeira análise é coerente afimar que o sistema socioeconômico vingente que visa a obetenção do lucro e o consumo exagerado é o grande vilão do enredo ecológico. Uma vez que, é uma verdade que o homem depende dos recursos naturais para suprir as suas necessidades de desenvolvimento, entretanto quando embasado em um desenvolvimento unicamente lucrativo, extrai exageradamente, desperdiça, gera lixo e polui, impossibilitanto o desenvolvimento de outras gerações. Segundo pesquisas da fundação Planeta Vivo, somando o consumo da população mundial, o índice é 30% além do que o nosso planeta pode suportar. Partindo desse presuposto, é coeso afirmar que as riquezas ambientais estão se esgotando e de forma inversamente proporcional o consumo cresce cada vez mais.      Outrossim, é que o Estado se faz omisso diante de crimes ambientais como o desmatamento, as queimas. Uma vez que é ineficiente na fiscalização e na aplicação de política públicas cabais em prol de um desenvolvimento sustentável e da proteção do ecossitema. Um reflexo disso, é o conceito geográfico “arco do desmatatamento” que segundo o Instituto de Preservação da Amazônia (IPAM) é a região onde a froteira agrícola avança em direção à floresta e também onde encontram-se os maiores índices de desmatamento da Amazônia, cerca de 65%. A devastação é visível, mas o poder público escolhe ser negligente diante de tal realidade, porque é uma alternativa muitas vezes lucrativa, entretanto prejudicial ao desenvolvimento social e ambinental.

Protanto, percebe-se, que o combate a falta de consciência do cuidado com o ecosistema no país exige medidas urgentes. Assim, torna-se imperativa a ação de escolas unidas as famílias na construção de uma educação ambiental, por meio de ações cotidianas, como: evitar o desperdício, poupar água e energia, incentivar a reciclagem, que formará gerações mais cientes da impotância do cuidado com o meio ambiente. Ademais, o poder público deve priorizar o desenvolvimento sustentável, que objeitiva processos para garantir o bem-estar social, a manutenção dos recursos naturais, sem deixar de lado os ganhos econômicos, investindo na agricultura familiar e na fiscalização dos crimes ambientais, a fim de que cante-se “eu posso respirar, eu posso nadar, a terra está vivendo e dá para plantar”.