A falta de consciência ambiental em questão no Brasil

Enviada em 21/03/2021

Com o desenvolvimento técnico-científico-informacional, citado pelo geógrafo Milton Santos, ocorreu uma maior difusão de informações, pessoas e capital. Visto que o mundo se encontra em um elevado processo de globalização, muitos países, como o Brasil, estão desenvolvendo ações com pouca consciência ambiental. Entretanto, devido à falta de um maior trabalho e difusão desse assunto dentro das escolas e por causa da negligência das instituições para com as pessoas, muitas atividades que visam a conscientização das pessoas quanto à preservação ambiental acabam não sendo praticadas.

Em uma primeira instância, é importante admitir que a escassez de uma maior difusão de temas com caráter ecológico e sustentável afeta diretamente a sociedade. Devido ao desenvolvimento do mundo, é preciso também transformar a sociedade, logo deve haver uma maior divulgação de iniciativas para formar pessoas com mais consciência ambiental, como por meio da educação, visto que o mundo tem sido cada vez mais explorado e menos preservado, assim haverá a formação de uma sociedade mais sustentável e mais desenvolvida. De acordo com o filósofo Aristóteles, a educação é o fundamento da felicidade, ou seja, do bem-estar social, assim quanto maior a divulgação de ações com caráter sustentável, maior será a consciência ambiental das pessoas e melhor será a vida do indivíduos.

Por conseguinte, é substancial afirmar que com a negligência das instituições para com a sociedade, devido à falta de políticas públicas que visem a conscientização ambiental das pessoas acabam afetando a formação de um mundo mais desenvolvido e sustentável. Visto que os indivíduos estão sempre buscando se beneficiar de alguma maneira, muitos esquemas de corrupção são formados e práticas como a fiscalização de florestas, de barragens mineradoras e de empresas que jogam seus dejetos nos rios, são negligenciadas e as empresas ficam impunes de suas ações e isso acaba com a perspectiva da formação de uma sociedade mais sustentável e com mais conscientização ambiental. Segundo o filósofo Immanuel Kant, a partir do conceito de imperativo categórico, quando praticamos uma ação pautada pela razão e não por nossas inclinações, estamos visando o bem comum, logo, quanto menos corrupção, maior será a fiscalização e a formação de uma consciência ecossistêmica.

Portanto, constata-se que devido a uma baixa importância atribuída ao desenvolvimento de medidas que busquem a conscientização das pessoas através da educação ambiental ineficiente e o descaso das instituições, afeta a formação de uma sociedade com mais respeito ao ambiente. Logo, cabe ao MEC, desenvolver ações nas escolas, como cursos de conscientização ambiental para as pessoas. Além disso, compete ao Poder Executivo direcionar recursos para um contrato de fiscais, buscando o combate à corrupção e proteção à natureza. Assim, haverá a formação da consciência ambiental nas pessoas.

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