A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 20/03/2021
De acordo com Greta Thunberg, ativista ambiental sueca “Há pessoas a sofrer, Há pessoas a morrer. Ecossistemas estão a deixar de existir. Estamos no início de uma extinção em massa”. Esse panorama auxilia na análise da falta de conscientização ambiental em questão no Brasil, haja vista que a colonização da sociedade brasileira foi exploratória e extrativista, que promove o descuido com o ecossistema, que provocou mudanças climáticas extremas e ampla diferença social e política entre a República brasiliense e outros países. Desse modo, cabe avaliar os conflitos que favorecem esse cenário.
Em primeiro plano, evidencia-se que a preservação do âmbito natural é imprescendível para o funcionamento adequado dos fatores climáticos e da vegetação dos biomas. Segundo o Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (INPE), do dia 1 de janeiro ao dia 31 de agosto de 2020, cerca de 113 mil quilometros quadrados de áreas naturais foram queimadas na Amazônia, Cerrado e Pantanal, o que equivale a duas vezes o estado da Paraíba. Essas estatíticas são virtude da atividade agroeconômica ilegal de soja e gado, que é responsável por 90% do desmatamento no país. Por conseguinte, como as regiões são aflingidas por mudanças nas condições atmosféricas, como a escassez de chuva, inundações e a intensificação das temperaturas.
Outro ponto relevante, nessa temática é a essencialidade do ecossistema para aplacar a assimetria socioecômica que existe entre países de primeiro mundo e países subdesenvolvidos, visto que fragilizar o meio ambiente é fragilizar a economia, o emprego e a saúde. Conforme destacou Edegar Rosa, diretor de conservação e restauração do “World Wildlife Fund” Brasil, a nação brasileira tem duas frentes simultâneas entre as regiões que mais devastam a vegetação nativa. Dessa maneira, a controvérsia da falta de consciência ambiental no país promove a carência nos setores de crescimento político mundial.
Logo, medidas públicas são necessárias para modificar essa perspectiva. É indispensável, portanto, a competência dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios em impedir a ação de práticas ilegais que tampouco preservam a fauna e a flora brasileira e determinar leis que punam aqueles que exercitam ilegalidade. Ademais, é vital a função do Governo de informar a importância ambiental na geopolítica através de palestras e orientações disseminadas nas mídias sociais a fim de instruir a população do poder da biodiversidade nativa em cenário mundial. A partir desses atos, espera-se que a fala de Greta Thunberg jamais concretize-se.