A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 22/03/2021
O Brasil, descoberto em 1500, apresentava grande interesse econômico aos portugueses devido ao Pau-brasil e por causa do potencial do território perpetua-se o interesse até o tempo contemporâneo com a agroapecuária e o extrativismo. Entretanto, a falta de sustentabilidade no setor primário como queimadas e emissão de gases poluentes no campo econômico, reflete na falta de consciência ambiental presente na população brasileira, na qual age em detrimento no interesse de investimento em tecnologias sustentáveis e na fiscalização ambiental no território brasileiro.
Em princípio, Elon Musk, criticado em relação a produção insustentável das baterias de lítio dos carros da Tesla, devido a emissão de grande quantidade de poluentes, resolve criar a Solar City, com a finalidade de introduzir o painel solar na próxima geração dos automobilísticos de modo que diminua a quantidade de poluição produzida. Dessa maneira, resultou em mobilização consciênte por parte dos consumidores da Tesla, logo resultou no uso de tecnologias sustentáveis.
No auge das queimadas do Brasil em 2019, foram feitos cortes em diversas autarquias de fiscalização ambiental, como o Instituto Brasileiro do Meio ambiente e dos Recursos Natuarais Renováveis, em que precarizou a fiscalização. Em virtude disso, ocorreu mobilizações em redes sociais com a marcação do tema polêmico, como “#PrayForAmazonia,” no qual repercutiu na comunidade internacional e causou pressão na gestão do governo para o aumento da fiscalidade.
Portanto, para a crescente conscientização ambiental é necessária a mobilização das organizações não governamentais, como o Greenpeace, através de campanhas em redes sociais e nas mídias jornalísticas que denunciem a prática de tecnologias insustentáveis ou a omissão do Governo Federal diante do descaso na fiscalização, na qual amplie uma comunidade sustentável em todo o Brasil da mesma maneira como ocorreu com Elon Musk.