A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 25/02/2021
Procura-se o cuidado
Greta Thunberg, ativista ambiental sueca, certa vez, levantou o questionário: “Por que estudar por um futuro que não teremos?” De fato, a falta de consciência ambiental é uma temática pouco respeitada em solo brasileiro. Nesse sentido, convém refletir sobre os incêndios ocasionados em florestas nacionais e, consequentemente, os efeitos à saúde populacional.
Diante desse cenário, nota-se que a população vive sem saber, ao certo, do porquê surgem as chamas. Prova disso é que muito se divulga serem combustão provenientes de fenômenos naturais. Todavia, evidencia-se que elas surgem da prática humana, ou seja, é resultado da ação de agricultores em busca de ampliar seu plantio. Por outro lado, a Constituição Cidadã garante o meio ambiente ecologicamente equilibrado para as futuras gerações. Tal promessa exige melhor fiscalização, uma vez que na execução se verifica o oposto.
Nessa linha de pensamento, observa-se o descuido da saúde humana. Isso ocorre, pois, as partículas oriundas das chamas podem percorrer distâncias e afetar os mais diversos seres vivos. Nessa perspectiva, a Organização Mundial da Saúde afirmou que a emissão de gás carbônico mata cerca de 8 milhões de pessoas por ano no mundo. Por fim, apesar da Constituição de 1988 assegurar proteção e acompanhamento à saúde, a problematização ainda persiste.
Infere-se, portanto, a necessidade da Assembléia Legislativa implantar leis ambientais mais severas e investir em políticas públicas relacionadas à natureza, por meio da colaboração de universidades federais - como a Universidade de Brasília e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul - e a Greenpeace Brasil. Com efeito, o Brasil será referência há diferentes países no que tange o cuidado florestal. Desse modo, os futuros jovens poderão estudar sem o receio cogitado por Thunberg.