A falta de consciência ambiental em questão no Brasil

Enviada em 16/02/2021

Desde o princípio a humanidade está relacionada com o meio ambiente, modificando e consumindo-o de acordo com suas necessidades e desejos. Contudo, o que se consome, em dado momento se acaba. Visto isso, entramos na questão da consciência ambiental e o dever da sociedade em tê-la, porém infelizmente, não é o caso em grande parte do Brasil.

Em outras palavras, a falta de conhecimento a respeito das consequências de atos cotidianos no meio ambiente é comum. Exemplificando, apenas 47% dos entrevistados pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), no ano de 2012, tinham conhecimento sobre o que é desenvolvimento sustentável, indicando assim a falta de informação da população para com o consumo próprio.

Em adição, a ignorância e inconsciência do governo brasileiro tende a piorar a situação, visto que esse é um dos meios de impedimento de catástrofes naturais e influências sociais. Consoante com tal afirmação, a decisão do atual presidente da república a respeito dos focos de queimada na floresta Amazônica e Pantanal no ano de  2020, não é de se espantar. O mesmo apenas minimiza-as e trata como algo de irrelevância, além de negar tal atrocidade feita nas matas nacionais. Em contrapartida, felizmente, o ato não só gerou desaprovação entre os brasileiros, mostrando que atitudes desprezíveis, apesar de vindas de líderes nacionais, não falariam por eles, mas também ocasionou a queda de reconhecimento da figura presidencial mundo afora.

Dessa forma, a inclusão da consciência ambiental em questão do Brasil precisa ocorrer de imediato. De início com o governo, que deveria rever seus meios de pensamento e conclusões para com o ambiente nacional, já que este representa todos os brasileiros e, após isso, começar a implantação de novos programas de conhecimento e informação sobre o ambiente nas áreas educacionais do país. Não obstante, a população também tem seu papel fundamental nesse ato, o qual pode ser realizado a partir da utilização de meios mais sustentáveis no quesito do consumo e descarte de materiais, como por exemplo, a política dos cinco R’s, baseado no repensar, reduzir, reutilizar, reciclar e recusar dos itens de consumo cotidianos.