A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 03/02/2021
Durante o período pré-colonial, com a invasão portuguesa no país, houve a extração massiva de pau-brasil, sem o devido cuidado e reflorestamento da área desmatada. Embora muitos séculos tenham se passado, a falta de consciência perante o meio ambiente ainda persiste no cenário brasileiro, em virtude da negligência governamental, afetando a diversidade biológica nacional.
Entre os fatores da escassez de preocupação com a natureza, destaca-se a irresponsabilidade governamenteal em garantir sua preservação. O presidente Jair Bolsonaro, em uma conferência da Organização das Nações Unidas, minimizou a angústia geral para com as queimadas na Amazônia em 2020, negando a crise e a destruição da natureza. Logo, esse discurso indica o descaso do poder público ao tratar dessa problemática, abrindo margem para maior degradação e descuido por parte da população.
Consequentemente, o desprezo das autoridades perante às questões naturais acarreta em maior perda da fauna e da flora brasileiras. De acordo com a Biologia, a ação antrópica - como a poluição, o desmatamento, o uso excessivo de combustíveis fósseis - acelera o processo de extinção das espécies e do aquecimento global. Dessa forma, tais ações prejudicam a própria qualidade de vida humana, como o estado do ar e da água.
É urgente, portanto, que o quadro de preservação ambiental nacional, presente desde a colonização, reverta-se. Para isso, é dever das Organizações Não-Governamentais (ONGs) a promoção de passeatas e manifestações que contem com a participação da sociedade, a fim de reinvindicar políticas públicas que provoquem o cumprimento das leis em relação ao meio ambiente, penalizando os infratores. Assim, o poder público é pressionado e dirigirá ações concretas para tal. Nessa perspectiva, a fauna e a flora brasileiras receberão o devido respeito e atenção merecidos.