A falta de consciência ambiental em questão no Brasil

Enviada em 28/01/2021

O conceito de entropia, da física, mensura o grau de desordem das moléculas em um sistema termodinâmico. No entanto, fora das ciências naturais no que se tange a questão da falta de consciência ambiental no Brasil, configura-se um problema entrópico. Nesse sentido, cabe analisar como principais causas a escassez de políticas públicas eficientes, bem como o descaso da população.

Em primeiro plano, é importante ressaltar de que forma a falta de engajamento político contribui à permanência da questão. Sob esse prisma, segundo a Constituição Cidadã de 1988 é dever da União fiscalizar e aplicar leis de proteção ambiental em todo o território nacional. Entretanto, na realidade, tal mandamento constitucional se torna utópico, ao analisar  o crescimento exponencial dos casos de desmatamento e retirada de minerais do solo ilegais. Dessa maneira, é evidente a falta de atuação do governo.

Em segundo plano, vale salientar como a falta de preservação por parte da população é o principal empecilho para resolução do problema. Nesse contexto, no filme americano “Aquaman” é retratado como os animais marinhos e todo o ecossistema marítmo sofrem com a poluição gerada pelos humanos. Paralelo a isso, no Brasil, casos de derramamento de petróleo nos rios e retiradas ilegais de madeira corroboram para a formação das ilhas de calor, impedem a realização da fotossíntese das algas e auxíliam para a destruição dos sítios arqueológicos. Desse modo, a população não está prejudicando somente na atualidade, mas sim na qualidade de vida das próximas gerações, pois todos esses casos incidem diretamente no aquecimento global.

Portanto, o Estado em parceria com o Ministério do meio ambiente devem, por meio de verbas governamentais, promover a fiscalização e aplicação das leis ambientais de forma eficiente, visando a resolução em curto e médio prazo. Além disso, ONGs responsáveis podem influenciar e alertar a população acerca da necessidade da proteção ambiental.