A falta de consciência ambiental em questão no Brasil

Enviada em 16/01/2021

Paul Atson, co-fundador do Greenpeace, havia explicado sua concepção sobre a inteligência. De acordo com Atson, inteligência seria a habilidade das espécies para viver em harmonia com o meio ambiente. Colocando em prática o raciocínio lógico sob a ótica da relação entre sociedade e meio ambiente, estão sendo levantados debates, questionamentos e reflexões a respeito da degradação de florestas e biomas, que vem crescendo em ritmo acelerado nos últimos anos.

Diante do atual cenário ambiental, os ecossistemas sistemas brasileiros têm sido severamente atingidos com o descaso em relação a preservação das matas tupiniquins e a falta de consciência ambiental. Recentemente, as ocorrências de crimes ambientais dispararam, junto com a expansão das estatísticas, o país se viu diante de acontecimentos como o rompimento das barragens de Mariana e Brumadinho, além dos incêndios em larga escala na Amazônia e no Pantanal, que ganharam notoriedade internacional. De acordo com o Instituto de Pesquisas de Espaciais (Inpe), entre agosto de 2019 e julho de 2020, houve um aumento de 34,5% nos alertas de desmatamento em relação ao mesmo período do ano anterior, o instituto também mostrou que as queimadas na região do Pantanal brasileiro aumentaram 210% em 2020.

Com o aumento da devastação e deterioração do meio ambiente por meio da ação humana, é de extrema importância que ações de preservação e conscientização sejam realizadas, é necessário que medidas sejam tomadas para que haja a garantia de proteção ambiental. É necessário que a fiscalização e as leis sejam efetuadas de maneira mais rígida, além da necessidade de maior apoio e suporte as ONGs e especialistas que atuam de forma significativa na defesa e resguardo dos ecossistemas. O comum acordo entre sociedade e Estado é relevante não apenas no âmbito socioambiental, mas também nos impactos climáticos e no futuro de milhões de espécies da fauna e flora locais.