A falta de consciência ambiental em questão no Brasil

Enviada em 16/01/2021

Em primeiro lugar, é relevante considerar a importância da sustentabilidade para o bem estar do homem e para a manutenção do equilíbrio ambiental. As práticas sustentáveis, responsáveis por proteger a natureza, garantem à populacional e às gerações futuras a disponibilidade de matérias-prima e de água e ar mais limpos, essenciais para uma boa qualidade de vida e saúde da sociedade. Além disso, como dado ênfase no documentário “Terra” (2015), a harmonia entre homem e natureza, que está fragilizada, impacta reduzindo os desastres ambientais, uma vez que contribui para inalteração dos ciclos naturais, estabelecendo inúmeras vantagens para a coexistência do ser humano e outras espécies. Logo, é nítido que a consciência ambiental é benéfica e essencial para a manutenção da vida e bem estar e deve; pois, ser trabalhada na sociedade.

Em segundo lugar, é importante salientar os malefícios da displicência ambiental e da escassez de políticas ambientais eficientes no país. A Amazônia, considerada a maior floresta tropical do mundo, que abriga uma enorme biodiversidade e fornece os mais diversos recursos à população, teve, no ano de 2019, mais de 9205 km2 de sua área desmatada em razão, principalmente, da invasão a terras públicas para exploração, na maioria ilegal, de madeira e ouro. Tal crescimento do desmatamento acarretou, também, no aumento da incidência de queimadas em 35%, do ano de 2019 para 2020, conforme o Inpe(Instituto Nacional de Pesquisas Especiais), sustentando este ciclo: quanto mais desmata, mais queimadas ocorrem, o clima local fica mais seco, o que facilita nova queima da vegetação. Assim, a poluição pelas chamas provoca mudanças climáticas, desequilibrando a natureza e a sobrevivência das espécies, elevando a probabilidade de doenças, inclusive aquelas respiratórias de propagação aérea. Posto isso, é notório a necessidade de intervir para reverter o cenário lastimável.

À vista do apresentando, é indiscutível a imprescindibilidade da consciência ambiental para manter a saúde e a vida dos indivíduos e das espécies. Desse modo, cabe ao Governo aumentar as políticas ambientais, acrescendo novas legislações e emendas na constituição, que exijam maior grau de sustentabilidade nas atividades econômicas, a fim de reduzir os impactos na natureza. Para mais, o mesmo ator junto ao Ministério do Meio Ambiente, devem definir mais áreas de proteção ambiental e voltar seus investimentos para a fiscalização daquelas que já são protegidas por lei, com objetivo de reduzir a exploração, o desmatamento e as queimadas, inclusive em áreas ilegais. Dessa maneira, estaria-se prezando pelo meio ambiente e pelo bem estar geral.