A falta de consciência ambiental em questão no Brasil
Enviada em 15/01/2021
A primeira conferencia oficial da ONU foi realizada em 1972 na Suécia. Foi nesta conferência que surgiu o termo “desenvolvimento sustentável”, os países estavam em busca de novas maneiras de se organizarem economicamente e ampliar os cuidados com o meio ambiente. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa a falta de consciência ambiental em questão no Brasil. Com isso, tal panorama comprometedor se dá devido à falta de preservação com o meio ambiente e o desmatamento exagerado.
Em primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a poluição no meio ambiente, na qual, a população faz pouco caso quando se trata de preservar. Nesse, o brasileiro produz cerca de 60 Milhões de Toneladas de Lixo por ano, segundo estudos realizados pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe). Nessa conjuntura, segundo o naturalista Charles Darwin, na sua teoria da seleção natural, diz que, o melhor se adapta ao ambiente e suas circunstâncias sobreviverá. No entanto, a ganância ascensão social e pelo dinheiro tem levado à destruição da natureza. Ainda mais, quando o Estado se recusa infelizmente a tomar medidas para impedir que a população cause mais danos ao ambiente.
Ademais, é fundamental apontar o desmatamento em florestas, exemplo da Amazônia, como impulsionador do descaso com a natureza no Brasil. Por analogia, o físico Isaac Newton, fala que “Toda ação gera uma reação de mesma intercidade”. Diante de tal exposto, percebe-se que, na perspectiva do físico se continuarmos nesse ritmo, desmatando, retirando sem repor depois, no futuro não teremos mais o que utilizar, pois já será tarde demais. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Portanto, ter consciência ambiental é indispensável para o desenvolvimento da nação, dessarte, é necessário que, o Ministério do Meio Ambiente, por intermédio das parcerias pública-privada (PPP), providencie ações preventivas para que acabe com o desmatamento tendo como perspectiva a preservação da natureza. Essa ação pode ser constituída por leis proibindo o desmatamento, e na participação de protocolos, como o de Kioto, que tem como base reduzir a emissão de gases estufa. Paralelamente, é imperial que, o Estado, por meio da mídia, crie programas de consciência ambiental divulgados nas redes sociais com intuito de alerta a população com os malefícios da população, dando dicas de reciclagem. Assim, consolidará uma sociedade mais eficiente, onde o ser humano desenpenha corretamente as suas obrigações perante a natureza, tal como afirma Charles Darwin.