A falta de consciência ambiental em questão no Brasil

Enviada em 13/01/2021

Após a Segunda Revolução Industrial, as indústrias se espalharam por todo o mundo, e, consequentemente os problemas ambientais aumentaram, haja vista que a natureza não era considerada importante. Desse modo, a falta de consciência ambiental sempre foi um problema presente na sociedade, que é passado pelas gerações ao longo dos anos, e resulta na perda da biodiversidade. Assim, é dever do Estado combater essa situação alarmante.

Em primeiro lugar, a teoria “Socialização Primária”, de Émile Durkheim, aborda que os hábitos sociais, éticos e culturais de uma família são passados para suas crianças. Sendo assim, se os pais não possuem consciência ambiental, a tendência é que seus filhos absorvam os mesmos constumes, construindo, assim, uma reação coletiva de negação da natureza. Diante disso, o Estado deve incentivar políticas públicas para mudar a situação supracitada.

Em segundo lugar, conforme o artigo 225 da Constituição Federal de 1988, todos os cidadãos têm direito à um meio ambiente sadio e é dever do Estado preservá-lo. Entretanto, tal artigo é violado, haja vista que de acordo com Global Forest Watch, o Brasil foi o país que mais destruiu suas florestas em 2019, fato que demostra o grande desrespeito do Governo para com seu povo. Por isso, é função do Estado elaborar propostas que estejam que concordam com o artigo 225.

Configura-se, portanto, como nociva a percepção que o Brasil negligencie suas metas de respeito ao meio ambiente. Logo, é dever do Ministério do Meio Ambiente promover o projeto “Nação Saudável”, que deverá ser entregue à Câmara dos Deputados. Com isso, será necessário diminuir em 60% os desmatamentos e aumentar em 30% a fiscalização, realizando propagandas nas mídias, eventos em praças públicas e rodas de conversas em escolas com especialistas da área. Ademais, o projeto contará com o apoio dos prefeitos e governadores. Espera-se, com isso, que a falta de consciência ambiental não seja um problema no Brasil.